A Tradição

A Arte do Horsemanship e da Equitação do Vaquero da região do Great Basin, é uma filosofia que faz parte de uma cultura.

Existe uma diferença muito grande entre um verdadeiro Horseman e um cavaleiro comum. Os horsemen são pessoas que nutrem uma grande preocupação com o passado e são orientados por princípios fundamentais e não por metas e objetivos.

As historias dos antigos Califórnios, não são historias para serem contadas como lendas. Revive-las é a referencia fundamental para se repensar novas direções. Eles sabem que para o seu cavalo ser excepcional ele precisa de habilidades excepcionais.

Diferente do cavaleiro comum que também examina o seu passado, mas o passado pessoal. Suas metas e objetivos precisam ser alcançados a qualquer custo. Na verdade, ele acredita que encontrar um atalho para o seu problema é o melhor que pode fazer. Ele não tem sustentação. É como uma arvore sem raiz. Por que, está sempre se referindo a procedimentos testados, regras e passos a serem seguidos que na verdade, estão completamente desconectados dos princípios fundamentais do horsemanship tradicional.

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Altair Albuquerque

Para um relacionamento de qualidade entre homem e cavalo exige compreensão do ponto de vista do cavalo, responsabilidade mútua e muita sensibilidade.

Borba, titular do Projeto Doma, é o precursor do Horsemanship de baixo estresse no Brasil. Seu trabalho está entre os melhores, segundo especialistas dos Estados Unidos presentes ao I Congresso Internacional Equus, em Araçoiaba da Serra/SP.

No dia-a-dia do esporte, da fazenda ou do lazer, o cavalo é chamado a executar as mais diferentes tarefas: umas mais simples, outras mais difíceis. A maioria delas exige dele movimentos precisos, corretos, organizados, que testam sua agilidade, força e concentração.

“Acredito que não haja cavaleiro que não queira que o seu cavalo consiga desempenhar todos os movimentos e manobras solicitadas de maneira suave e tranqüila, sem oferecer resistência, compreendendo e ajudando o cavaleiro a executá-las”, explica Borba, do Projeto Doma, um dos mais respeitados especialistas do mundo em horsemanship de baixo estresse, atividade que envolve grande sensibilidade e timing apurado, para que haja relacionamento equilibrado entre o homem e o cavalo.

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As Novas Responsabilidades da Pecuária Atual

Até 1950 mais ou menos, as populações das nossas fazendas de pecuária viviam absolutamente confortáveis sem água encanada dentro de casa, fogão a gás, energia elétrica, e o automóvel. Mas, tinham uma horta, um porquinho no chiqueiro, uma roça de mandioca.

A dinâmica do trabalho dos vaqueiros dessa época era absolutamente primitiva. O gado tinha pouquíssimo contato ou nenhum contato com o ser humano, vivia em pastos nativos enormes, muito mais como um animal selvagem do que domestico. Quando era feito o contato, na verdade era uma grande caçada e o vaqueiro mais valorizado era sempre o mais destemido.

Nos dias de hoje, mesmo tendo todas as condições, são raras as famílias que desenvolvem uma horta, engorda um porco ou mesmo cria galinhas no quintal de casa. No entanto, não conseguem viver sem água encanada, eletricidade; TV, fogão a gás e o carro.

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Tom Dorrance está vivo

“Não atendo as pessoas que tem um cavalo com problemas, mas sim o cavalo que tem um cavaleiro com problemas”.

Tom Dorrance, * 1910 + 2003

Tom Dorrance faleceu no dia 11 de junho de 2003, exatamente um mês depois do seu nonagésimo terceiro aniversario, numa cidadezinha do norte da Califórnia, USA, chamada “Corral del Cielo”.

Esse cowboy baixinho, de pele escura e pernas arqueadas, foi e sempre será o grande mestre do século XXI. Tom Dorrancese recria a cada dia através dos seus seguidores que reafirmam as nuances humanísticas, de uma forma de lidar com cavalos que faz parte de um projeto utópico, mas absolutamente possível e viável.

Há décadas, ele nos envia, através do seu livro True Unity e das atitudes dos seus discípulos mais atuantes, Ray Hunt e Buck Brannaman, os mais intensos sinais de entusiasmo daquilo que é mais contemporâneo: “A Consciência de Si”.

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Palavra do Treinador

“O cavalo não pode ser dominado, pois não é um escravo. Entre o cavalo e o cavaleiro deve haver uma fraternidade mágica.”

José Borba, conhecido como “domador de gente”, percorreu todo País, ensinando aos peões e cowboys os segredos doHorsemaship, baseado na responsabilidade mutua, na paciência, na compreensão e na consistência. “O meu curso é um beabá destinado a fazer o cavalo se acostumar com a gente. Se o domador não entende que ele é uma ponte, uma transição e não o final, deve desistir. Por isso é que considero o cavalo um psicanalista: ele questiona o homem e o força a vencer suas dificuldades”, costuma dizer o professor.

No Brasil, Borba recebeu mais de 3 mil cavalos xucros e 1.500 peões aprendendo a “ler” cavalos e “gente”. Sensível, amigo de todos, formou uma nova filosofia entre os cavaleiros que, com seus ensinamentos, aprenderam a ter uma fraternidade mágica com os animais, numa convivência leal e cheia de energia, tornando-se campeões em várias modalidades.

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