Newton Camargo & Cláudio Sabino

Em 1984, em parceria com o Banco Comind, realizamos um curso de Iniciação de Potros & Horsemanship para a ABCZno parque Fernando Costa em Uberaba. O doutor Newton Camargo, que era o presidente, e o Cláudio Sabino, diretor, me convidaram para fazer para ensinar as pessoas a r & Apresentar Gado de Elite. Prontamente respondi que não conseguiria, porque o Nelore me intimidava muito. Mas o Cláudio não me deu muito tempo e disse: “Não queremos os bois, queremos os homens”. Foi nesse momento que percebi que eles estavam me vendo muito mais como um Educador do que como um domador. Imediatamente aceitei o desafio.

thumb9ac0Comecei minhas pesquisas conversando com todo mundo que pudesse ter alguma experiência e, de alguma maneira, conseguisse me dar algum subsídio. Uma dessas pessoas me contou a seguinte história: “um dia fui ajudar um velho carreiro tirar uma madeira na fazenda de um amigo. Cada um de nós tinha três juntas de boi. Quando chegamos no lugar que seria o acampamento, construímos a nossa barraca e soltamos os bois. Quando me dei conta de que tinha soltado meus bois num lugar aberto e sem cerca, fiquei preocupado e pedi ao velho que me ajudasse a pegar os bois na manhã seguinte”. Ele prontamente respondeu: “os seus eu não sei, mas os meus vão amanhecer aqui na porta da barraca.”

Quer dizer, existe algo na relação homem-cavalo ou homem-boi que pode parecer muito abstrato, mas que na verdade é muito concreto. Mesmo sem essa consciência, esse sempre foi o meu foco. Uma espécie de telepatia. Dois seres que se comunicam através de uma linguagem muda.
Finalmente, chegou o dia do inicio do curso. Nessa época meus cursos ainda tinham o formato de 30 dias. Na reunião que precedeu o início dos trabalhos. Falei com os 13 participantes que estávamos ali para fazer uma experiência. Gostaria que fizessem tudo como sempre fizeram. A novidade seria a ”Atenção sobre Si”. Qualquer procedimento que fizesse sentido para os animais estaria valendo. Queria que cada um deles pudesse buscar dentro de si um “Como fazer”“O que fazer”, podia ser o que quisessem, desde que fizesse sentido para o animal. A ênfase precisaria estar “na maneira de fazer”. Para estimular esse “como fazer” determinei que:

“Não pode machucar o peão,
pois ele não tem um gato para puxar pelo rabo,
se ficar aleijado, quem vai cuidar da família?
O Ricardão!!!!!!!
Nem machucar o boi,
porque o patrão não vai conseguir
comer um bife de R$20.000,00”.

 

Ai levantou-se o Joaquim e disse: “Então, professor, quer dizer que não podemos perguntar nada para o senhor? E eu disse: “Não, porque como estou dizendo, não sei nada, como então poderei lhe responder”.
Acabamos a conversa e fomos para o curral para colocar os cabrestos nos animais. Essa operação seria feita no tronco de contenção. Antes disso o gado precisaria passar pela seringa que antecede ao tronco. Quando os animais chegavam na porteira, paravam, e os peões mantinham e até aumentavam a pressão. Dessa maneira, o gado não agüentava aquela pressão e furava o cerc. Depois de duas ou três furadas, parei o serviço e disse: “Eu não entendo nada, mas vou dar um palpite. Vamos experimentar a andar para trás quando o gado estiver de frente para nós, isto é, vamos aliviar a pressão. E todas as vezes que o gado estiver com a garupa virada para nós, vamos colocar pressão empurrando”. O gado rodou três vezes e entrou. Ganhei a cabeça e o coração deles nos primeiros vinte minutos de curso.
A partir dessa primeira experiência, e sempre baseado nas necessidades internas desses animais, isto é, respeitando sua necessidade pela preservação, pude a cada novo curso melhorar e desenvolver a minha Sensibilidade, Timing & Discernimento, de maneira a proporcionar aos alunos e ao gado uma situação de menor stress e mais compreensão a respeito da nossa responsabilidade pela acomodação.

Textos de alguns alunos do primeiro
Curso de  Zebu e Apresentação do Boi de Pista

Primeiro dia de aula;
Tivemos instrução
de como seria
o início dos trabalhos.
Arrumei minhas cordas e
recebi, das mãos do professor,
uma caneta e um caderno.
Enfim, todas as ferramentas.

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Concordo com você.
O camarada que não aceita
Uma disciplina
Não deve se aproximar
De uma Escola.
Prum homem
A Escola significa Pai e Mãe.
Eu por exemplo:
Minha Escola foi o Mundo.
Acho bom quando você me corrige
Porque o camarada
Nunca vê o seu erro.
Achei legal quando você me corrigiu
Quando eu estava cabresteando
Com o balde na mão.
Você me disse que colocasse
O balde a tiracolo,
Coloquei e ficou muito melhor
Menor perigo do boi me escapar.
Estou muito animado
Com esta Escola.
Quero voltar pra Fazenda
E meter o cacete
Pra quando você conversar
Com o meu patrão,
Ele ter boas notícias minhas
Pra te dar.
Acho que todo peão
Que está aqui
Deve enxergar isso.

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Aula de redação.
Gosto muito dela.
Cada vez que você mexe nela
Você descobre coisas diferentes.
Se tivesse mais 30 dias
Você ia descobrir
Mais coisas no boi que no cavalo.
Não estou desmoralizando o cavalo.
Mas é que vi você descobrir
Tanta coisa nova
No trabalho com os bois
Em tão pouco prazo.
Aulas de desenho,
Vou sentir falta delas
Porque eu não gostava de desenhar
Mas agora estou gostando muito.
Bom, vou sentir saudades
De desenhar meus boizinhos feios…

Aqui podemos observar
a vontade de aprender do aluno.
Ele quer Escola,
Ele precisa da Escola. 

Acredito em você
Temos que ganhar
A cabeça desses bois
Temos que conversar com eles
Saber quem é o boi
Como você faz com o cavalo
Pelo jeito, conquista o boi também.
Ontem veio um fazendeiro aqui
Me perguntou
Se você entendia de boi mesmo
Eu disse que você fez
Os peões mostrarem um trabalho
Em pouco prazo.

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Eu Benedito
Que era um quebrador de boi
Hoje tô tentando pará,
Me transformá
E confio em Deus
Vou subir de posto,
Meu professor é muito bom,
Ele explica as coisas
Que está errado,
Muito bem explicado.
Ele viu o meu boi
Fazendo uma forma boa.
Ele me falo:
“Dito, procura entende mais seu boi”.
Hoje fomos fazer uma apresentação
Consegui conquistar o primeiro lugar
Fiquei muito satisfeito
Só que tenho que me agarrar com tudo
Pra que meu talento cresça.

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Do meu ponto de vista enxergo assim…
Que a gente consegue escrever
O que se passa com a gente.
E desenha também
As partes importante da gente
Na  do Boi.
Então, quer dizer que
Quando a gente consegue
Fazer as três coisas…
A gente consegue enxergar
Nossos erros
Nossos acertos.
Se o professor pede
Pra escreve ou desenha
O que se passa com a gente
Durante o dia,
E a gente chutar coisas,
Quer dizer
Que não entendemos nada.
Como no primeiro dia
De aula de desenho:
Desenhei uma floresta,
Quer dizer, não entendi;
Porque depois o senhor explicou
Que floresta
É lugar de animais selvagens;
E que apesar de serem animais,
Não tinham nada a ver
Com o trabalho que estávamos fazendo.
Foi aí que comecei a entender
O ramo do desenho.
De escrever eu já tinha entendido,
Mas de desenho ainda não.
Escrever
Desenhar
r o Boi…
Quem dá conta
De fazer isto direitinho,
Quer dizer, quem consegue enxergar
Essas três coisas
Tem uma certa inteligência adequada.

Aqui também podemos observar
As pessoas, procurando um domador
Que submete os animais a qualquer preço.
De repente o que aparece
É aquele que cria um ambiente
Que propicia a criatividade
Aguçando e adequando a inteligência das pessoas.

 

O Dr. José Roberto Potiens

Depois desses anos todos, de repente um novo desafio. O doutor José Roberto Potiens, Gerente Técnico da Central Bela Vista de Coleta de Sêmen, me convidou para dar um curso para as pessoas envolvidas na coleta de sêmen. A sua proposta era de que se os animais confiarem mais nas pessoas e não estiverem estressados, poderiam produzir mais sêmen e de melhor qualidade.
Passei um dia assistindo aos trabalhos de coleta. Na hora do almoço eu lhe disse que não via nada que eu pudesse fazer para ajudá-lo. Não saberia como lidar com aqueles touros já maduros de coleta. Por outro lado, poderíamos fazer um curso para as pessoas usando touros jovens, que ainda não tivessem sido iniciados na coleta. Dessa maneira, poderia lhes mostrar como esses animais operam suas vidas e como poderíamos escolarizá-los para que aprendessem o que é esperado deles.
Marcamos a data e combinamos que trabalharíamos à tarde. Durante as manhãs eu estaria observando o comportamento dos animais e das pessoas durante a coleta. Quando cheguei lá, orem, o Dr. José Roberto me disse que estavam atopetados de serviço. A Bela Vista estava hospedando 200 touros. Na vida, situações inusitadas e imprevisíveis são o que mais acontecem. Nessa semana eles precisariam fazer inoculação e leitura de tuberculina e o lavado prepucial nos touros que seriam usados no curso. Quando eu quis falar a respeito da dificuldade que estavam me criando, o Dr. Mauricio, diretor executivo do grupo me disse: “Esses são os melhores problemas. Nunca tivemos esse número de animais na Central. Temos que administrar o movimento”.
Dessa maneira, precisei adaptar todo o trabalho do curso ao dia-a-dia da fazenda. Nos primeiros dois dias fiquei muito estressado, pois não via a menor possibilidade de chegar ao fim da semana com algum resultado positivo.
Quando estava mostrando como deveríamos usar a Pressão para que os animais pudessem valorizar o Alivio, perdi o meuTiming. Dois animais mais agitados saíram por cima da cerca. Imediatamente percebi que estava usando uma pressão excessiva.
Lembrei-me de uma conversa entre o Pat Parelli e Tom Dorrance a respeito de um redondel de tela de galinheiro. Certo dia o Pat Parelli encontrou o Tom Dorrance e começou a contar-lhe com muito entusiasmo de como ele tinha bolado um redondel misturando peças de metal com madeira, melhorando dessa maneira a segurança para cavalo e aumentando a eficiência do domador. Aí como o velho Tom não falava nada ele perguntou: “e o senhor, como construiria um redondel? E o Tom Dorrance, com toda calma do mundo, respondeu: “Com tela de galinheiro.” “Tela de galinheiro????”, retrucou, Parelli. “É isso mesmo, assim você não poria muita pressão nos potros”. Riram da situação.
Assim que os dois animais mais agitados saíram por cima da cerca, percebi que não ia conseguir resultados positivos a partir de uma situação negativa. Precisava adequar intensidade da pressão de maneira que o gado conseguisse manter uma moldura mental e emocional calma e tranqüila e, ainda assim, pudesse valorizar o alívio. Depois de muito trabalho consegui chegar ao fim do dia com um resultado bem positivo, tanto para o gado quanto para os alunos. Ao me assistirem lidando com os meus erros e os meus acertos, ficaram completamente sensibilizados, percebendo que eles também poderiam fazer aquilo.
Meus cavalos também ajudaram muito. Ficou muito claro para eles a importância de uma boa ferramenta de trabalho. Na verdade, quando estou a cavalo, sou eu que fico maior, mais forte, mais rápido e, consequentemente, mais eficiente. No final do dia pedi uma redação e, na manhã seguinte, me surpreendi o quanto eles estavam sensibilizados e motivados.

Textos

Sempre achei interessante
esses cursos de
mas nunca procurei fazer.
Quando falaram
que o senhor iria vir,
não fiquei muito empolgado,
mas depois da primeira aula
que o senhor deu
aceitei que esses animais
precisam ser respeitados sempre.
Antes nunca que pensava desse jeito,
agora tô muito mais ciente.
E achei muito bom também,
aprendemos muito
coisas que não sabia.
Pena que o tempo foi muito curto,
e que o lugar não era adequado.
Mais valeu,
eu mesmo nunca tinha participado de cursos;
gostei muito;
tomará que tenha mais,
e essas coisas,
pode ter certeza que vamos usar.
Pois, assim como o senhor ensina
fica muito mais fácil de mexer com esses animais.

Nelson Antonio dos Santos
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Professor, hoje eu aprendi algo diferente,
como manejar o gado no curral,
fora dele, no corredor
e o vai e vem. (Pressão e Alivio)
Uma coisa que o senhor falou e fez sentido
foi quando o gado voltou
e nós tentávamos cercar
e o senhor pediu
pra deixar eles entrar com os outros.
No lote que estava os dois pretos,
eles estavam bem agitados
mas com alguns manejos
eles viram que a gente só queria
que eles ficassem confortáveis,
eles tentavam passar no bloqueio
mas nós estávamos muito atentos.
Na hora que o sr. pediu pra mim
puxar o animal no cabresto,
eu achei que não dava conta.
Mas eu consegui, foi tudo bom.
Consegui o que o senhor me pediu:
puxar e parar, puxar e parar, pressionar e descansar,
até que o animal entendeu
o que eu queria com ele.
Professor,
mais uma vez obrigado,
por passar confiança pra nós todos
que estávamos ali
com o sr., passando o seu conhecimento pra nós;
obrigado de coração.

Edson Ramos Félix
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Bom, antes de começar o curso
eu pensava que eu sabia mexer com os animais.
Eu não pensava que precisava entender eles,
mas depois que começou o curso
vi que era tudo ao contrário,
tinha que ter um entendimento
entre o homem e o animal.
Eu não sabia
que eles pudessem
ler a mente da gente
e sabendo disso,
tudo fica mais fácil de resolver,
principalmente na doma de cabresto
que não se pode ganhar na força
mas sim na paciência.
Quando um animal começa
a caminhar na doma de cabresto,
eu não sabia que a cada passo
que o animal dava tinha que aliviar a corda;
e que também não podemos entrar
em sua zona de fuga
se não podemos ser atropelados;
temos que respeitar os limites dele,
para que ele possa respeitar o nosso.
Podemos saber também
que quando o animal está num grupo,
é mais fácil de mexer com ele
do que quando ele está sozinho.
Por isso nunca devemos
mexer com um animal sozinho no curral.
Essa parte de ensinar eles
trocar de olho com a gente, eu não sabia.
Dessa maneira fica muito mais fácil
de se mexer com os animais.
E a bandeira ajuda muito,
se usada na hora certa.
E saber também na hora
de tirar a pressão dos animais,
se não pode dar tudo errado.

José Donizete Salandim “Pi”
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Com esse curso eu aprendi
que eu posso lidar
com o gado de maneira mais fácil
dessa maneira é menos cansativo
Do que a maneira que eu lidava com eles,
eu acredito que esse curso
vai me ajudar muito mais pra frente,
Por que do outro jeito só me atrapalhava.
Agora eu aprendi
que se eu entender eles
e eles me entenderem
vai se muito mais fácil domá-los.

Valdecir Carvalho da Silva
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Senhor Borba,
este curso para mim
está sendo muito fundamental,
porque vejo o senhor,
não como um professor
ou como um profissional domador,
mas, sim como um psicólogo de animal.
Eu tenho um pouco da psicologia
da lida no dia a dia;
eu tenho trabalhado com eles numas maneiras
que tem dado muito certo
seja no campo, currais e cocheiras.
No meu tempo de trabalho com gado,
ou seja, no meu tempo de experiência com eles,
quando o senhor esta dando aula,
ou seja, lá na palestra,
a maneira que o senhor explica para nós
eu tenho um certo pressentimento dentro de mim.
Já consigo perceber
que posso ser um pouco mais profundo com eles.
Este curso nos ajudou muito,
abriu muito mais a minha mente
para que eu possa enxergar, um pouco mais lá na frente
quando for lidar com o gado de campo, cocheira, etc.
Também prestar um trabalho com muito mais experiência
e com qualidade assim a gente fica satisfeito
e também satisfaz os patrões
e o gado também vai ficar mais tranqüilo.
Este curso para mim é uma prioridade,
com ele vou lidar com os animais
com muito mais cuidado.
Mais segurança pra eles e pra gente também.
Para este nosso serviço nós temos que trabalhar
os animais com muita cautela para que eles não se estressem.
Neste curso o senhor disse para nós
Pegarmos o que acharmos bom
e jogar fora o que acharmos ruim.
Eu pelo menos pude aproveitar 99,9%;
e com o senhor como domador de animais
aprendi muito mais porque tem muito fundamento
todos os atos que o senhor tem falado.
Obrigado. Parabéns!

Osmar Aparecido Teixeira

 

O resultado

Na sexta-feira, na hora do almoço, o Dr. José Roberto estava extremamente alegre e veio logo dizendo: “Veja só, hoje faltou o Osmar, mas mesmo assim terminamos as 11:30h; normalmente terminamos às 12:30h. Todos os touros deram dois saltos. Touros que há algum tempo não saltavam, também deram dois saltos. Foi realmente surpreendente a quantidade de doses coletadas em tão pouco tempo. Só posso acreditar que esses números sejam o resultado da motivação das pessoas envolvidas e a tranqüilidade e a confiança dos touros nas pessoas. Eu sabia que daria certo”.
É sempre muito importante observar que, apesar da preservação, cavalos, bovinos e animais de fazenda em geral querem fazer contato com o ser humano. Quando praticamos a “Atenção sobre Si” não é tão difícil perceber que o aprendizado deles está situado entre o medo e a curiosidade. Se observarmos com atenção, vamos perceber que a preservação simboliza a morte e a curiosidade, a vontade de viver. O que equivale dizer que aprender é estar entre a vida e a morte. Isso, além de nos ajudar muito na lida com os animais de fazenda, pode nos ajudar também na nossa vida.
Por isso, a nossa responsabilidade é enorme. Não podemos destruir o que acabamos de conseguir – que é a confiança desses animais. Acredito que existem três prioridades fundamentais. Em primeiro lugar, a segurança das pessoas envolvidas; em segundo, a segurança dos animais; e a terceira, a responsabilidade de criar uma situação na qual a sessão possa ser uma boa experiência para os animais, porque a partir de três experiências estamos criando um hábito.

(Para saber mais a respeito de Tom Dorrance acesse o Link)

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