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O Mestre dos Mestres – Parte 2

O Mestre dos Mestres – Parte 2

Neste artigo, ele descreve o terceiro elemento em seu envolvimento mágico com os cavalos.

Era uma situação constrangedora, aquele castrado preto, um ex-cavalo de corrida, estava completamente fora de controle e sua amazona estava muito amedrontada e nervosa, porque aquele cavalo ricocheteava pelas cercas, parava na porteira, cruzava o meio da arena atrapalhando os outros participantes da clínica de INTERAÇÃO – INTEGRAÇÃO-HOMEM-CAVALO que Tom estava ministrando perto de Elko, Nevada. Quando ficou clara que a situação era um “desastre total”, Tom ofereceu-se para montá-lo.

A mudança veio rápido, depois que Tom o montou, ninguém se lembra se foram dez minutos ou meia-hora, antes dele dizer; “Parece que temos alguma coisa aqui”. Apoiando as rédeas no pito da sela e cruzando os braços, ele trotou e galopou o cavalo preto em círculos, virou para a esquerda e para a direita e parou sem tocar nas rédeas.

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O Mestre dos Mestres – Parte 1

O Mestre dos Mestres – Parte 1

Trinta ou mais cavalos chucros andavam agitados pelo imenso curral da Cow Comp., a sede de verão do Flying D Ranch, em Montana.

O gerente Boots Shell, enquanto laçava um deles, perguntou a um homem baixinho, de cabelos escuros, qual o tipo de cavalo que ele gostaria de montar: “Alguma coisa que tenha sido pouco manejada, seria o melhor”, respondeu o baixinho. Os outros cowboys, que apenas tinham encontrado aquele quieto “horseman” na noite anterior não acreditavam no que estavam ouvindo. Era o verão de 1964, e Tom Dorrance já estava com 54 anos de idade.

Os animais variavam entre 5, 6 e 7 anos de idade e, por uma razão ou outra, nunca tinham sido domados. Eram uma mistura de bom PSI e bom QM, tendo passado a maior parte de suas vidas pastando nesse rancho de milhares de acres; vinham para o curral uma ou duas vezes por ano, e em seguida eram soltos outra vez, sem serem mexidos. Vários tinham sido “domados”; alguém tentou fazer isso, mas sem sucesso.

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A História da Sela Wade

A História da Sela Wade

Quando a família de Clifford Wade saiu do leste e foi para o Oregon, trouxe consigo uma sela feita por um seleiro desconhecido.

Tom Dorrance nessa época, morava na região de Wallowa, também no Oregon. Coincidência ou não, era vizinho de Cliff Wade.

Trabalharam juntos por um bom tempo apesar de Cliff ser bem mais velho que Tom. Cliff montava a sela que tinha herdado do pai e era super habilidoso em tudo que fazia. Não importava se o trabalho era arrumar cercas, ferrar cavalos, lidar com o gado ou domar os potros. Tom o admirava muito e não perdia a oportunidade de estar junto dele sempre que podia.

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